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terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Ministro Sergio Rezende empossa novo presidente do CNPq

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CNPq

A solenidade ocorreu na manhã de hoje (27) na sede do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), em Brasília e foi conduzida pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende. O físico Carlos Alberto Aragão de Carvalho Filho é o 23º presidente da agência e substitui o médico Marco Antonio Zago, que desempenhou a função por dois anos e meio .

Fotos: Carlos Cruz
Sergio Rezende agradeceu a contribuição de Zago durante sua gestão na presidência do CNPq e ressaltou as qualidades que nortearam a escolha de Aragão para sucedê-lo. “Procuramos uma pessoa de grande respeitabilidade na comunidade científica, experiência nesse tipo de gestão e entrosamento com a nossa administração”. Outro ponto destacado foi a importância do CNPq para o desenvolvimento do Plano Nacional de Ciência e Tecnologia. “Em 2010 o CNPq conta com o maior orçamento de sua história em termos gerais, um total de R$ 1,5 bilhão. Ano que vem completará 60 anos de um inestimável trabalho, já que nesse momento temos o grande desafio de fazer com que o conhecimento resulte em produtos úteis para a nação”.
Marco Antonio Zago disse que sai em um momento muito bom para o CNPq, e destacou algumas das ações implementadas em sua gestão que têm contribuído fortemente para o desenvolvimento e o fortalecimento da pesquisa nacional: “Hoje o CNPq concede cerca de 80 mil bolsas que atendem desde alunos da Iniciação Científica Júnior ao pós-doutorado, e o resultado disso é o aumento substancial da nossa produção científica. Programas como o Pronex, Casadinho e Primeiros Projetos, este último para recém-doutores, estão consolidados graças a parceria com os Estados. O Edital Universal aprovou quase três mil propostas e vai investir este ano cerca de R$ 120 milhões. E foram criados os Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, num total de 122, com recursos de mais de R$ 600 milhões, que estão desenvolvendo pesquisas em todas as regiões do país e em todas as áreas do conhecimento”.
Em seu discurso de posse, Carlos Alberto Aragão afirmou que dará continuidade à gestão do professor Zago e implantará novas ações para promover o crescimento do CNPq e sua atuação como agência fomentadora da pesquisa científica, tecnológica e de inovação. “Nosso país emergente finalmente decidiu emergir de vez. Mas apesar do Brasil ocupar 13º posição no ranking dos países que fazem pesquisas cientificas, ainda precisa avançar na inovação. Estamos engatinhando ainda, pois temos potencial para muito mais. Já não nos basta a competência, precisamos criar, inovar, para, eventualmente, liderar. Em 2009, o Brasil formou em torno de 11 mil doutores e 35 mil mestres, mas esses números podem e devem aumentar muito mais”.
Aragão afirmou ainda que buscará aumentar as verbas para C&T e o consequente incentivo no desenvolvimento de tecnologia de ponta nas empresas brasileiras, aumentando a competitividade em nível internacional. O presidente apontou ainda o incentivo à produtividade em pesquisa como um dos principais focos do CNPq. A meta, segundo ele, é ampliar ainda mais o número de bolsas para viabilizar pesquisas no País até o final de 2010.
Participaram da cerimônia de posse, entre outros, o presidente do IPEA, Márcio Pochman, o presidente do INMETRO, João Alziro Herz jornada, o presidente da AEB, Carlos Ganem, o secretário de tecnologia industrial do MIDIC, Francelino Grando, a pró-reitora de pesquisa e pós-graduação da USP, Mayana Zatz, a reitora da UEA, Marilene Coirrêa da Silva Freitas, o presidente da FINEP, Luis Manuel Rebelo Fernandes, o diretor da COPPE da UFRJ, Luis Pinguelli Rosa, o secretário de C&T do Distrito Federal, Izalci Lucas, o reitor da UNICAMP, Fernando Ferreira Costa, os presidentes da ABC e SBPC, Jacob Palis e Marco Antonio Raupp, o presidente da CAPES e representante do MEC, Jorge Almeida Guimarães, o representante do Ministério da Saúde, Reinaldo Guimarães, e o representante do CENPES, Carlos Tadeu Fraga.


O físico

Aragão é g raduado e mestre em Física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), doutorou-se pela Universidade de Princeton (EUA) e fez pós-doutorado no Centro Europeu de Pesquisa Nuclear na Suíça e na Universidade de Paris XI, em Orsay, todos em física das partículas elementares e campos. Foi diretor de desenvolvimento da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCT) no biênio de 2005 a 2007 e atualmente é professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Pesquisador 1A do CNPq é membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC), da Academia de Ciência de Países em Desenvolvimento (Twas) e acaba de deixar a secretaria geral da 4ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, prevista para acontecer no mês de maio, em Brasília. Entre seus títulos honoríficos está a Ordem Nacional do Mérito Científico nas categorias Grã-Cruz e Comendador.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Professora do MDCL contemplada com Bolsa de Produtividade do CNPq


A professora e pesquisadora do Mestrado e Doutorado em Comunicação e Linguagens e do curso de Comunicação Social da Universidade Tuiuti do Paraná,  Adriana Amaral foi contemplada com a Bolsa de Produtividade em Pesquisa (PQ 2009) pelo comitê de Artes, Ciências da Informação e Comunicação do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) para o projeto Plataformas de Música Online. Fandom, consumo, classificação e distribuição de música nos sites de redes sociais.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Divulgado novo censo do CNPq sobre grupos de pesquisa no Brasil

O estudo mostra que dos pesquisadores cadastrados em 2008, 49% são mulheres e 51% homens, e que mais de 60% são doutores

O novo censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil foi realizado durante o ano de 2008 e acaba de ser divulgado. Reflete o cenário atualizado da ciência brasileira a partir das informações dos grupos de pesquisa cadastrados. A distribuição geográfica, as linhas de pesquisa desenvolvidas, as produções científicas, tecnológicas e artísticas dos pesquisadores e estudantes são alguns dados que integram o mapeamento realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT).

O Diretório dos Grupos de Pesquisa foi criado em 1993 pelo CNPq e suas informações são atualizadas permanentemente. Os dados sobre os recursos humanos que constituem os grupos, linhas de pesquisa, especialidades do conhecimento, setores de atividade, produção de C&T e padrões de interação dos grupos com o setor produtivo ficam armazenados. A cada dois anos, um censo é realizado e toda a comunidade representada no Diretório é convocada a atualizar as informações dos grupos que são processadas e apresentadas à comunidade científica e ao público, proporcionando um abrangente panorama sobre a capacidade de pesquisa no Brasil.

Mais de 60% dos pesquisadores são doutores

Participaram do último censo 422 instituições, registrando 22.797 grupos de pesquisa compostos por mais de 104 mil pesquisadores, sendo 66.785 doutores. No comparativo com o censo de 2002 - ano em que o formulário tornou-se on-line, facilitando a comunicação e a coleta dos dados - o crescimento do número de grupos cadastrados foi de 50%. O número de pesquisadores cresceu 83% e o de doutores 94% no mesmo período.

Descentralização regional

O censo 2008 revela que todas as regiões cresceram numericamente, desde o primeiro censo, realizado em 1993. Em termos participativos, as regiões Norte e Nordeste foram as que registraram maior aumento percentual nos últimos 15 anos: 176% e 71%, respectivamente. Os dados mostram ainda que uma constante descentralização regional da pesquisa está ocorrendo. As regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste foram as que mais cresceram em 2008. Sua participação conjunta, em relação a 2006, passou de 26% para 28%.

Em 1993 a região Sudeste detinha 68,5% dos grupos de pesquisa registrados. Em 2008 esse percentual diminuiu para 48,8%. Contudo, o número total de grupos quase quadruplicou, passou de 3.015 para 11.120.

Linhas de Pesquisa

Foram registradas 86.075 linhas de pesquisa, quase 10 mil a mais que no censo anterior. As três ciências com maior cadastramento foram as Engenharias e Ciências da Computação, com 15,3%, Ciências Humanas com 14,7% e Ciências Biológicas com 14%. As áreas de Medicina, Educação e Agronomia continuam sendo as três maiores em número de linhas de pesquisa.

Participação feminina

Dos pesquisadores cadastrados em 2008, 49% são mulheres e 51% homens. Quando a liderança dos grupos é analisada, a participação feminina cai para 45%. Apesar disso, os números indicam uma evolução da presença feminina na realização de pesquisas. Se o critério comparativo for apenas por não líderes, o percentual de mulheres supera o de homens, respectivamente 51% contra 49%. Em 1993, a cada 100 pesquisadores, apenas 39 eram mulheres.

Preferências por Gênero

Predominância feminina:

Área Nº de Homens Nº de Mulheres (%) de Homens (%) de Mulheres





Fonoaudiologia 48 416 10 90
Enfermagem 306 2.030 13 87
Serviço Social 219 919 19 81
Nutrição 199 755 21 79

Predominância masculina:

Área Nº de Homens Nº de Mulheres (%) de Homens (%) de Mulheres
Engenharia Mecânica 1.461 208 88 12
Engenharia Elétrica 2.379 353 87 13
Engenharia Naval e Oceânica 48 9 84 16
Engenharia Aeroespacial 151 31 83 17
Física 2.234 514 81 19

Preferências de ambos os sexos:

Área

Nº de Homens

Nº de Mulheres

(%) de

Homens

(%) de

Mulheres

Odontologia

1.254

1.216

51

49

Medicina

3.626

3.660

50

50

Arqueologia

151

153

50

50

História

1.560

1.626

49

51

Biologia Geral

178

189

49

51


As informações completas de todos os censos já realizados, com séries históricas, súmulas estatísticas e buscas detalhadas podem ser acessadas em:

http://dgp.cnpq.br/censos/index.htm

Assessoria de Comunicação Social do CNPq

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Nota de Esclarecimento sobre a Plataforma Lattes

Nota de Esclarecimento sobre a Plataforma Lattes

Em relação às notícias veiculadas recentemente sobre a Plataforma Lattes, a administração do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - CNPq esclarece o que se segue.

1 – A Plataforma Lattes criada pelo CNPq em 1999 é um patrimônio público que presta relevantes serviços à comunidade científica e tecnológica em particular e à sociedade em geral.

2 – Trata-se de um banco de dados de livre adesão para cadastramento e consulta de currículos.

3 – O acesso às informações fornecidas pelos cadastrados (exceto dados pessoais) está disponível para todos os interessados.

4 – Desde 2004 os novos usuários, bem como aqueles já cadastrados que atualizam os seus currículos, antes de enviá-los eletronicamente ao CNPq, assinam o Termo de Adesão e Compromisso com a Plataforma Lattes e se responsabilizam pelas informações inseridas, de acordo com a Legislação Federal pertinente. Antes de 2004 não havia essa exigência e os arquivos podiam ser enviados no sistema “off line”, o que algumas vezes impedia a identificação da origem do envio.

5 – Embora a Plataforma Lattes contenha mais de um milhão de currículos, apenas cerca de 100 mil fazem parte do Diretório dos Grupos de Pesquisa, cujos dados são validados a cada dois anos pelas instituições de pesquisa onde estão os seus líderes.

6 – Desde 2008, o Conselho Deliberativo do CNPq criou uma comissão de acompanhamento do Currículo Lattes, constituída por 3 pesquisadores, pelo auditor-chefe do CNPq, pelo coordenador geral de informática e mais 2 técnicos da agência, que analisa todas as denúncias referentes a possíveis irregularidades encontradas no conteúdo de currículos. Nos casos em que as denúncias são comprovadas, os currículos são eliminados da base.

7 – Além da certificação solicitada aos próprios pesquisadores e às instituições, nos últimos anos, o CNPq tem buscado validação externa das informações relativas aos artigos publicados, recorrendo a convênios com os administradores das bases Scopus, Scielo e Web of Science. Com isso, boa parte das informações do currículo já é exibida com certificação.

8 – Qualquer concessão de auxílio ou bolsa é precedida de análise do currículo e de informações complementares pelos técnicos desta agência e por especialistas da área. Antes, porém, do pagamento de qualquer benefício, o CNPq confirma as informações cadastrais do beneficiário junto à Receita Federal, utilizando o CPF.

9 – Durante a implantação da Plataforma Lattes, muitos currículos foram inseridos com o objetivo de completar as informações relativas aos grupos de pesquisa. Isso pode explicar a informação veiculada nos últimos dias envolvendo a Ministra Dilma Rousseff, que teve o seu currículo Lattes preenchido e enviado em 26 de maio de 2000, às vésperas do encerramento do censo do Diretório de Grupos de Pesquisa, em 23 de junho do mesmo ano. Nele, ela aparece como integrante do grupo de pesquisa intitulado “Estado e Setor Financeiro” da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, da qual ela é servidora. Desde então, o currículo só veio a ser atualizado nos últimos dias, tendo figurado no grupo de pesquisa citado até 2002. A Ministra jamais solicitou ou recebeu qualquer beneficio do CNPq.


Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CNPq

terça-feira, 9 de junho de 2009

Abertas inscrições para bolsas de mestrado e doutorado direcionadas a estrangeiros da América Latina, Caribe e África

As inscrições para a seleção do Programa de Estudantes-Convênio de Pós-graduação (PEC-PG) já estão abertas. O edital é uma parceria do Ministério das Relações Exteriores (MRE), por intermédio do Departamento Cultural (DC), com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que visa à capacitação de estrangeiros, oriundos da América Latina, Caribe e África, com bolsas de mestrado e doutorado.

O objetivo da seleção é conceder as bolsas visando o aumento da qualificação de professores universitários, pesquisadores, profissionais e graduados do ensino superior dos países em desenvolvimento com os quais o Brasil mantém Acordo de Cooperação Cultural, Educacional e de Ciência e Tecnologia. Essas bolsas serão concedidas em todas as áreas de conhecimento nas quais existam programas de pós-graduação que emitam diplomas de validade nacional.

Poderão participar da seleção cidadãos dos países em desenvolvimento com os quais o Brasil mantém Acordo de Cooperação Cultural, Educacional ou de Ciência e Tecnologia, que não possuam visto permanente no Brasil e, no caso de ter sido estudante do Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G), comprovar ter permanecido no país de origem por, pelo menos, dois anos após ter obtido o diploma brasileiro.

A duração das bolsas concedidas serão de dois anos para Mestrado e de quatro anos para Doutorado. A divulgação dos resultados sairá em dezembro de 2009 e as atividades acadêmicas começam em Março de 2010.

Serão 54 países participantes do PEC/PG, sendo 29 países da África, Ásia e Oceania e 25 países da América Latina e Caribe . As inscrições deverão ser feitas até o dia 31 de Julho por meio do preenchimento do Formulário de Inscrição on-line.

Confira o edital na íntegra em http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/pec.htm

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

CNPq disponibiliza R$ 4 milhões para apoiar projetos de ciências humanas, sociais e sociais aplicadas

Com o objetivo de estimular e fortalecer a pesquisa em ciências humanas, ciências sociais e sociais aplicadas, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) vai destinar R$ 4 milhões para o financiamento de projetos que contribuam para o desenvolvimento destas áreas no país.
Poderão apresentar propostas até 6 de abril pesquisadores doutores com vínculo formal com instituições de ensino superior, institutos ou centros de pesquisa e desenvolvimento, públicos ou privados e que tenham sua sede e administração no país, todos sem fins lucrativos. O proponente deve estar vinculado a programas de pós-graduação ou departamento das áreas de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas.
Os projetos terão o valor máximo de R$ 20 mil para gastos com itens de custeio e capital e deverão ter seu prazo máximo de execução em até dois anos.
As propostas devem ser encaminhadas sob a forma de projeto ao CNPq, com o preenchimento do formulário de propostas On Line, disponível no endereço eletrônico Plataforma Carlos Chagas . Os resultados serão divulgados em junho.
Confira o edital na íntegra em: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/002.htm

Assessoria de Comunicação Social do CNPq

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

CNPq disponibiliza R$ 4 milhões para apoiar projetos de ciências humanas, sociais e sociais aplicadas

Com o objetivo de estimular e fortalecer a pesquisa em ciências humanas, ciências sociais e sociais aplicadas, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) vai destinar R$ 4 milhões para o financiamento de projetos que contribuam para o desenvolvimento destas áreas no país.
Poderão apresentar propostas até 6 de abril pesquisadores doutores com vínculo formal com instituições de ensino superior, institutos ou centros de pesquisa e desenvolvimento, públicos ou privados e que tenham sua sede e administração no país, todos sem fins lucrativos. O proponente deve estar vinculado a programas de pós-graduação ou departamento das áreas de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas.
Os projetos terão o valor máximo de R$ 20 mil para gastos com itens de custeio e capital e deverão ter seu prazo máximo de execução em até dois anos.
As propostas devem ser encaminhadas sob a forma de projeto ao CNPq, com o preenchimento do formulário de propostas On Line, disponível no endereço eletrônico Plataforma Carlos Chagas . Os resultados serão divulgados em junho.
Confira o edital na íntegra em: http://www.cnpq.br/editais/ct/2009/002.htm

terça-feira, 24 de junho de 2008

CNPq lança nova versão da Plataforma Lattes

Facilidade no preenchimento, na recuperação de dados de publicações e citações de artigos, além de versão em inglês para a entrada e recuperação dos currículos são algumas das novidades que o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) vai incorporar na Plataforma Lattes. A nova versão será lançada, no dia 25 de junho (quarta-feira), em conjunto com a Editora Elsevier, e contará com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende.

A Plataforma Lattes é um sistema desenvolvido e implantado pelo CNPq, que disponibiliza hoje em sua base de dados 1,14 milhão de currículos de pesquisadores, tecnólogos e estudantes das mais diversas áreas do conhecimento que atuam em ciência, tecnologia e inovação. Desse total, 9 % são doutores, 15 % mestres e 8% alunos de pós-graduação.

Parceria
Segundo o presidente do CNPq, Marco Antonio Zago, uma parceria firmada entre o Conselho e a Elsevier permitirá à Plataforma Lattes o acesso às citações dos artigos registrados pelos pesquisadores no Lattes nos mais de 16 mil periódicos científicos que compõem a base Scopus, uma extensa base de resumos e citações de literatura científica.

O novo sistema permitirá a recuperação do número de citações dos artigos registrados no Lattes e exibi-lo ao lado da referência do artigo, juntamente com link para os artigos que o citaram na Scopus. Caso a busca esteja sendo feita em instituição com acesso ao Portal de periódicos da CAPES, o usuário terá acesso ao conteúdo do artigo.

Para o diretor para América Latina da Elsevier, Dante Cid, o acordo com o CNPq fortalece o acesso à informação científica no país e reedita parcerias que a editora estabeleceu com entidades de outros países. “No ano passado, um acordo feito com universidades da Espanha possibilitou a criação do SCImago Journal & Country Rank, que se tornou um dos mais reconhecidos indicadores de ciência do mundo”, observa. “Hoje, fazer parte dessa nova fase da Plataforma Lattes, que é referência no mundo todo, mostra que realmente estamos no caminho certo”, complementa.

Qualidade
A nova versão da Plataforma Lattes possui funcionalidade que permite o acesso à base de dados da organização Crossref, responsável por manter o registro do Identificador Digital (DOI) e de seus metadados de mais de 32 milhões de publicações científicas. Desta forma, o pesquisador poderá recuperar todos os dados de sua publicação apenas fornecendo o DOI da mesma, facilitando o preenchimento e garantindo a qualidade da informação na Plataforma Lattes.

Além da versão em inglês para a entrada e a recuperação dos currículos, o Lattes contará, também, com um novo motor de buscas para acesso mais rápido às informações, mesmo naquelas mais complexas e com palavras-chave altamente citadas nos currículos. A busca passa, ainda, a exibir a freqüência com que as palavras-chave informadas aparecem nos currículos recuperados, com ordenação por campo.

Patrimônio brasileiro
A abrangência da Plataforma Lattes superou o que originalmente foi planejado e programado, ultrapassando as fronteiras do Brasil. Hoje, por meio de permissão de uso concedida pelo CNPq, é utilizada por oito países da América do Sul e África, o que transformou a Plataforma em verdadeiro patrimônio público brasileiro, reconhecido também pelos países desenvolvidos.

Para aperfeiçoar o sistema, evitando e corrigindo falhas, e fortalecendo a sua credibilidade, o Conselho Deliberativo do CNPq criou uma comissão de acompanhamento para verificar a consistência e confiabilidade dos dados inseridos nos currículos.

Assessoria de Comunicação Social do CNPq

domingo, 17 de fevereiro de 2008

R$ 4 milhões para apoiar projetos de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas

Com o objetivo de estimular e fortalecer linhas de pesquisa, no âmbito das Ciências Humanas, Ciências Sociais e Sociais Aplicadas, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) vai destinar R$4 milhões para o financiamento de projetos de pesquisa que contribuam para o desenvolvimento das áreas no país.

Serão financiados projetos de pesquisadores vinculados aos programas de Pós-Graduação ou departamentos das áreas de Ciências Humanas, Sociais e Sociais Aplicadas de instituições de ensino superior, institutos ou centros de pesquisa e desenvolvimento.

As propostas devem ser apresentadas sob a forma de projeto de pesquisa e encaminhadas ao CNPq exclusivamente por meio do Formulário de Propostas Online, disponível no endereço http://efomento.cnpq.br/efomento, até o dia 17 de março, e os resultados serão divulgados em junho.

Confira o edital na íntegra em: http://www.cnpq.br/editais/ct/2008/003.htm

Assessoria de Comunicação Social do CNPq

fonte: site do cnpq

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Relatório Editais CNPq

Caros colegas: estivemos no CNPq (Fausto Neto, Raquel Paiva e eu) para
julgamento do Edital Universal. Segue um breve relatório das nossas
indicações: Avaliamos o seguinte conjunto de processos:
Edital Universal:
Faixa A: 44 pedidos
22 pedidos foram recomendados; desses 22 pedidos recomendados, 15 foram
classificados em Prioridade 1; 7 em P2. 22 pedidos não foram
recomendados.
Faixa B: 12 pedidos
5 pedidos recomendados; 7 pedidos não recomendados.
Faixa C: 7 pedidos:
4 pedidos recomendados; 3 pedidos não recomendados.
Um projeto foi considerado P1. Os outros três projetos recomendados
ficam como P2.
ARC: 13 pedidos
10 pedidos foram recomendados; 3 pedidos não foram recomendados.
Bolsas Especiais no País: 11 pedidos
4 pedidos foram recomendados; 7 pedidos não foram recomendados.
Bolsas Especiais no Exterior: 7 pedidos
5 pedidos recomendados; 2 pedidos não recomendados.
No Universal, cada faixa estabelecia um valor-teto para a demanda.
Podíamos cortar no máximo 20% do valor fixado pelos solicitantes. O CNPq
nos fixou os valores disponíveis para distribuição em cada faixa.
Assim, pedidos mais elevados ou eram atendidos quase integralmente ou
não o eram. Seguimos estritamente considerações de mérito,
privilegiando projetos com dois pareceres altamente favoráveis, mais a nossa
avaliação dos mesmos.

Atenciosamente,
Juremir Machado da Silva

fonte: lista da Compós

CNPq divulga novo censo de grupos de pesquisa no Brasil

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) divulga os resultados do novo censo do Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil. Realizado durante o ano de 2006, o censo apresenta o cenário atualizado da ciência brasileira a partir de informações dos grupos de pesquisa, sua distribuição geográfica, as linhas de pesquisa, bem como a produção científica, tecnológica e artística dos pesquisadores e estudantes.

Grupos de pesquisa e pessoal envolvido

Responderam ao Censo 2006 mais de 21 mil grupos de pesquisa de 403 instituições, englobando 90.320 pesquisadores e 128.969 estudantes. Estes números representam um importante crescimento em relação ao censo anterior, de 2004, quando foram registrados 19 mil grupos e 77 mil pesquisadores.

Dentre os pesquisadores registrados, 57,5 mil são doutores, representando 64% do total. São cerca de 10 mil doutores a mais que os registrados no censo de 2004.

Distribuição Geográfica

Os novos dados obtidos mostram que vem ocorrendo uma pequena, mas constante, descentralização regional da pesquisa. Só nos últimos dois anos, enquanto o Sul e Sudeste, juntos, registraram um crescimento de 5% no número de grupos, as regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte cresceram cerca de 17%, destacando-se ainda mais a região Norte, com 21%. Como conseqüência, a participação percentual dessas três regiões (CO, NE, NO) em relação ao Brasil cresceu de 24% para 26%.

Linhas de Pesquisa

Foram registradas 76.719 linhas de pesquisa, sendo as áreas com maior concentração a: Medicina, com 4.928 linhas; Agronomia, com 4.363; Educação, com 3.897; Química, contando com 3.606; e 2.794 linhas na Física.

Mulheres na pesquisa

Do total de pesquisadores do Censo 2006, 48% são mulheres e 52% homens. Essa relação percentual tem se alterado sempre em favor das mulheres, ou seja, a participação percentual delas vem crescendo em todos os Censos. Um crescimento contínuo - em média quase dois pontos percentuais a cada censo – e sólido. E isto se verifica também em relação à condição de liderança. Assim, embora os grupos, em sua maioria (57%) sejam liderados por homens, as mulheres estão cada vez mais ocupando a condição de líder de grupo.

O Diretório

O Diretório dos Grupos de Pesquisa é uma importante fonte de informação sobre a pesquisa realizada no Brasil. Suas bases contém dados sobre os recursos humanos constituintes dos grupos, as linhas de pesquisa, as especialidades do conhecimento, os setores de atividade envolvidos, a produção C&T dos participantes e os padrões de interação dos grupos com o setor produtivo. Criado em 1992 pelo CNPq, suas informações são atualizadas permanentemente e, a cada dois anos, um censo é realizado. A cada censo, toda a comunidade representada no Diretório é convocada a atualizar as informações dos grupos. Essas são processadas e apresentadas à comunidade científica e ao público em geral, oferecendo a todos um panorama da capacidade instalada de pesquisa no País.

As informações completas de todos os censos já realizados, com séries históricas, súmulas estatísticas e buscas podem ser acessadas pelo endereço http://dgp.cnpq.br/censos/index.htm

Assessoria de Comunicação Social do CNPq

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

CNPq renova convênio com agência alemã de fomento à ciência e tecnologia

Representantes de duas agências alemãs de fomento à ciência e tecnologia reuniram-se com o presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Marco Antonio Zago, na última quarta-feira (21/11) para discutir o andamento da cooperação entre Brasil e Alemanha.

Estiveram presentes no encontro o Chefe da PT-DLR, Siegfried Schneider, organização que gerencia os projetos do Ministério Federal para a Educação e Pesquisa da Alemanha (BMBF), juntamente com o responsável pela cooperação com o Brasil, Matthias Frattini, e os representantes da Cooperação Internacional para a América Latina, Dietrich Halm e Alida de Höbener, da Fundação Alemã de Pesquisa (DFG), além do representante da Divisão de Tecnologias de Produção da Fundação, Ferdinand Holimann, e o representante acadêmico da DFG no Brasil, José Carlos de Araújo. Também acompanhou a delegação a Adida Científica da Alemanha no Brasil, Julia Kundermann.

Na ocasião, foram sugeridos novos mecanismos para o aprofundamento da cooperação bilateral entre os dois países. Ao final, foi renovado o Convênio CNPq/DFG, com a assinatura do novo instrumento de cooperação pelo presidente do CNPq.

Os representantes das duas Agências alemãs e do CNPq também estiveram presentes na XXVI Reunião da Comissão Mista Brasil-Alemanha para a Cooperação Científica e Tecnológica, realizada no Palácio do Itamaraty nos dias 22 e 23 de novembro, para a formação de subgrupos de trabalho. Entre os diversos temas em que se formaram os subgrupos estão a cooperação aeronáutica e aeroespacial, meio ambiente, sustentabilidade e pesquisa agrícola, formação e capacitação científica e tecnológica, cooperação educacional, profissional e tecnológica, pesquisa em saúde e novos temas.

Fonte: Assessoria de Comunicação Social do CNPq

Foto: Eliane Discacciati

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Plataforma Lattes alcança 1 milhão de currículos

A Plataforma Lattes, desenvolvida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT), chegou à marca de um milhão de currículos cadastrados. Concebida pelo CNPq, a Plataforma Lattes foi criada para padronizar os currículos dos pesquisadores brasileiros e implementar um banco de dados público que, entre outros benefícios, possibilitasse a obtenção de um panorama da distribuição da pesquisa científica no Brasil.

De acordo com o último censo levantado a partir dos dados da Plataforma Lattes, cerca de 26% dos currículos cadastrados são de mestres e doutores e 21% de graduados. A distribuição dos doutores cadastrados na Plataforma Lattes por área aponta uma maior concentração nas áreas de Ciências Exatas e da Terra e Humanas, seguidas por Ciências da Saúde, Biológicas e Engenharias. Dentre as instituições cadastradas - cerca de 4.000 – a maioria envolve o setor privado sem fins lucrativos e o empresarial (aproximadamente 30% cada). As demais estão distribuídas entre o ensino superior, o governo e o ensino técnico, profissional e de ensino médio.

Hoje, uma referência mundial, a Plataforma possui uma versão em língua espanhola e está integrada à rede ScienTI, criada pelo CNPq e a Organização Pan-americana de Saúde. Formada por organizações nacionais de ciência e tecnologia e outros organismos internacionais, a rede visa promover a padronização e a troca de informação, conhecimento e experiências entre os participantes na atividade de apoio a gestão da área científica e tecnológica em seus respectivos países.

Além disso, o CNPq licencia gratuitamente o software e fornece consultoria técnica para a implantação do Currículo Lattes nos países da América Latina. Essa ação já possibilitou a integração de países como Colômbia, Equador, Chile, Peru, Argentina, Portugal e Moçambique à Plataforma.

A integração da Plataforma Lattes se dá, também, com bases de dados de outras instituições, tais como a SciELO, a LILACS, a base de patentes do INPI, os bancos de dissertações e teses das universidades, e a bases de periódicos científicos por meio do DOI (Digital Object Identifier), que conferem ao usuário do sistema a possibilidade de acesso, a partir do currículo do pesquisador, a um vasto acervo de informações científicas relacionadas a este pesquisador.

Aperfeiçoamentos

Lançada em 1999, a Plataforma Lattes vem passando por constantes ajustes para adequar-se às necessidades dos pesquisadores e, principalmente, para garantir a segurança e confiabilidade das informações.

Dentre as ações implantadas está a adoção de um sistema de criptografia de dados, que impede que os dados fornecidos possam ser "vistos" por possíveis hackers que estejam monitorando a rede. “Dessa forma, as informações fornecidas pelo usuário trafegam pela rede como uma seqüência de dados "embaralhados". Quando a informação chega às máquinas do CNPq, os dados são "desembaralhados" e no caso dos dados estarem corretos, é permitido o acesso do usuário ao sistema”, explica Charles Henrique de Araújo, Coordenador de Gestão de Bases de Dados e Redes do CNPq.

Outro ponto importante foi a inclusão dos caracteres de validação na Busca de Currículos, que evita que robôs de extração de dados façam acesso ao site e degradem o acesso ao sistema.

O CNPq criou, ainda, a Comissão de Monitoramento e Auditoria da Plataforma Lattes, que tem como objetivo desenvolver métodos automáticos de detecção de erros e fraudes, tornando as informações do Currículo Lattes mais corretas e transparentes. Estes métodos são capazes de extrair discrepâncias numéricas e de conteúdo, tais como: número muito alto de orientandos, número muito alto de publicações com o autor do currículo como primeiro autor, diferenças entre orientador e orientando, entre outros.

A detecção deste tipo de problema gerou soluções de sistema como a retirada do preenchimento automático do nome do autor, como modo de dificultar a colocada do autor do currículo como primeiro autor; a comparação de nomes de Orientadores e orientados; a validação do número DOI, um identificador de objetos de propriedade intelectual que provê meios para a identificação unívoca de objetos da rede digital, seus dados básicos e sua fonte de origem; a validação de artigos com a Tabela CAPES; e a criação de uma etapa extra de envio ao CNPq, com possibilidade de conferência das informações e termo de compromisso por parte do pesquisador.


Assessoria de Comunicação Social do CNPq

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

CNPq escolhe novos membros para assessorar Comunicação

O Conselho Deliberativo (CD) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCT) escolheu os novos integrantes de Comitês de Assessoramento (CA), durante reunião, realizada dias 21 e 22 de junho. A divulgação da lista foi feita no dia 10/07/2207.

Para representar a área de Comunicação foram escolhidos, como Titular, o Prof. Dr. Ismail Noberto Xavier (USP), e como suplentes a Profa. Dra. Raquel Paiva (UFRJ) e o Prof. Dr. Antonio Fausto Neto (Unisinos), com mandato de três anos.

Assim sendo, os atuais interlocutores da nossa área de conhecimento no CA de Artes, Comunicação e Informação do CNPq são os professores Juremir Machado da Silva (PUC-RS) e Ismail Norberto Xavier (USP). Eles substituem os colegas cujos mandatos expiraram recentemente: Maria Immacolata V. Lopes (USP) e José Luiz Braga (Unisinos).

fonte: jornal da intercom

sábado, 19 de maio de 2007

CNPq tem novo presidente


O Ministro da Ciência e Tecnologia nomeou o novo presidente do CNPq.

Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)

Presidente:
Marco Antonio Zago

Médico pela Universidade de São Paulo - Ribeirão Preto em 1970;
Mestrado (1971-73) e Doutorado (1973-75) em Clínica Médica pela USP-RP;
Pós-doutorado na Oxford University (1976-1977); e Livre-Docente pela
USP-RP em 1981. É pesquisador de produtividade científica do CNPq -
Nível 1-A. Atualmente é diretor científico da Fundação Hemocentro de
Ribeirão Preto; Professor Titular da USP; membro titular da Academia
Brasileira de Ciências; e coordenador do Centro de Terapia Celular de
Ribeirão Preto.

domingo, 11 de março de 2007

Cresce participação feminina na pesquisa científica

O CNPq divulgou que houve um nítido aumento
da participação feminina na pesquisa científica
nos últimos 05 anos. Houveram aumentos desde
a Iniciação Científica até o Doutorado.

Pelo menos na área de comunicação,
a participação feminina aumenta a cada ano.
Basta visitar qualquer um dos programas
de pós-graduação na área ou mesmo participar
dos congressos, seminários, etc. :)

Leia a notícia completa aqui.