terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Memória da imprensa
Com o objetivo de ampliar o acesso a jornais e revistas do século 19 e início do século 20 no Brasil, o Arquivo Público do Estado de São Paulo acaba de lançar o site Memória da Imprensa, uma seleção de periódicos digitalizados do acervo da instituição.
O serviço reúne por enquanto 14 títulos de jornais e revistas de época, que permitem acompanhar a trajetória da imprensa paulista e brasileira a partir da seleção de exemplares de 1854 a 1981.
Jornais e revistas que já estão em formato digital.Parte do acervo já digitalizado ajuda a reconstituir momentos importantes dos mais de 200 anos de história da imprensa no Brasil. Pesquisadores já podem acessar desde publicações que marcaram época, como a revista A Cigarra (1914-1975) e o jornal Última Hora (1951-1971), até títulos menos conhecidos, como o jornal sindical Notícias Gráficas (1945-1964) e o anarquista La Barricata (1912-1913).
O Memória da Imprensa já soma mais de 1.670 páginas de jornais. O Arquivo Público do Estado de São Paulo é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Sua hemeroteca tem cerca de 1,2 mil títulos e 32 mil exemplares de revistas e mais de 200 títulos de jornais.
Já estão disponíveis no site as revistas O Malho (1902-1954), Panóplia (1901-1935), Anauê! (1935), Vida Moderna (1907-1925) e Escrita (1975-1988), além dos jornais Lanterna (1901-1935), Acção (1936), Germinal (1902-1913) e Correio Paulistano (1854-1963), este último o primeiro diário da província de São Paulo.
Para acessar a página e mais informações: www.arquivoestado.sp.gov.br/memoria
Fonte: Agência Fapesp
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Colóquio de Literatura e Imprensa França-Brasil
fonte: coletiva.net
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Livro discute representações da mulher na imprensa feminina brasileira

No próximo dia 31 de agosto, será lançado em São Paulo o livro Mulher de papel - a representação da mulher na imprensa feminina brasileira, de Dulcilia Schroeder Buitoni. A obra analisa a representação da mulher na imprensa feminina brasileira desde o final do século XIX.
Baseando-se no contexto sociocultural de cada época, a autora mostra que a mulher ainda tem muito que fazer para deixar de ser representação e virar realidade. A reprodução de páginas e capas de periódicos - resultado de extensa pesquisa iconográfica - permite visualizar as transformações na construção dos modelos de mulher.
O livro compõe um grande mosaico da imprensa feminina, sendo fundamental para estudantes, pesquisadores e todos que se interessam pelas relações entre gênero e comunicação.
Autora
Dulcilia Helena Schroeder Buitoni é jornalista formada na ECA-USP. Fez mestrado e doutorado, ambos sobre a imprensa feminina, na FFLCH-USP, e iniciou a carreira docente nos cursos de Jornalismo e Editoração da ECA-USP em 1972. Livre-docente em 1986 e professora titular de Jornalismo da ECA-USP em 1991, foi professora visitante da Universidade Autônoma de Barcelona em 1993 e 2000. Atualmente, é professora do mestrado em Comunicação da Faculdade Cásper Líbero e Coordenadora do GP de Fotografia da INTERCOM.
Para mais informações sobre o livro, acesse o endereço:
http://www.gruposummus.com.br/detalhes_livro.php?produto_id=1175
Serviço
- Título: Mulher de Papel - A representação da mulher pela imprensa feminina brasileira
- Autora: Dulcilia Schroeder Buitoni
- Lançamento: 31 de agosto (segunda-feira), das 18h30 às 21h30, na Livraria Cultura ( Av. Paulista, 2.073 - Conjunto Nacional - Piso Térreo - São Paulo - SP).
- Informações: Telefone ![]()

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(11) 3170-4033
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segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Acontece “Vestígios” de Gutenberg em Portugal
Fonte: Jornal da Intercom
Durante o 31º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, será realizado o Colóquio “Memória da Comunicação Ibero-Americana”, no dia 4 de setembro, das 14h às 17h. A atividade será proferida pelo pesquisador português Luís Humberto Marcos, diretor do Museu Nacional de Imprensa.
Sua tese é a de que, embora Portugal se tenha atrasado relativamente a Espanha, quanto à adoção dos caracteres móveis para a difusão do saber, os “vestígios” de Gutenberg estão hoje singularmente presentes no país mais ocidental da Europa.
A história da imprensa que, de Portugal, se espalhou para vários continentes, contém aspectos singulares e de grande interesse civilizacional.
Em sua palestra, Luis Humberto fará uma re-análise histórica sobre esta memória gutenbergiana, com uma reflexão sobre as razões que poderão estar na base da diferença tão significativa – mais de 250 anos! – entre a colocação oficial da imprensa no Extremo Oriente (Índia, Macau, Japão) e no Brasil.
Marcos fará também a apresentação do projeto do Museu Sem Fronteiras da Imprensa da Lusofonia, espaço de memória que pretende criar um novo tipo de dinâmica museológica e de intercâmbios culturais baseados na arqueologia tipográfica.