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Blog da linha de Pesquisa Estratégias Midiáticas e Práticas Comunicacionais do Programa de Pós Graduação em Comunicação e Linguagens da UTP, Mestrado e Doutorado. Integram a linha de pesquisa os seguintes professores: Dra. Adriana Amaral, Dr. Álvaro Larangeira, Dra. Claudia Irene de Quadros, Dr. Francisco Menezes Martins, Dra. Kati Caetano, Dra. Marialva Carlos Barbosa. Para divulgação envie email para adriana.amaral@utp.br
Fonte: site Universia
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Já estão abertas as inscrições para o programa de bolsas da Fundação Carolina referente ao ano acadêmico 2008-2009. A iniciativa, criada pelo governo espanhol, oferece auxílio financeiro para jovens graduados dos países ibero-americanos realizarem cursos de pós-graduação na Espanha.
Nesta edição, são oferecidas 1.720 bolsas - 70 a mais do que no ano passado. Destas, 1.146 são para estudos de pós-graduação, 278 para doutorado ou pesquisas de curta duração e 295 para a formação permanente. Esta última modalidade é direcionada, exclusivamente, a profissionais latino-americanos e espanhóis.
A maioria dos programas encerram inscrições em 2 de março de 2007. Há modalidades, porém, em que as datas são diferenciadas. Os benefícios econômicos também variam. Mas, em geral, as bolsas são parciais e não cobrem todas as despesas que os estudantes terão durante os cursos.
Os interessados devem preencher o formulário eletrônico de inscrição na página da Fundação Carolina. O processo seletivo é composto por análise de currículo e entrevistas pessoais. As avaliações serão feitas por uma comissão julgadora composta por integrantes das universidades que oferecem os cursos e da Fundação Carolina.
A Fundação Carolina é responsável por quatro grandes programas de estímulo à formação:
Em uma iniciativa inédita na região Norte do país, a Universidade
da Amazônia (Unama) lança o curso de especialização lato sensu em
“Jornalismo, Cidadania e Políticas Públicas”. O curso conta com a
parceria do Programa InFormação, da Agência de Notícias dos
Direitos da Infância (Andi). O lançamento oficial dessa especialização
será no dia 10 de dezembro, em Belém (PA), no auditório do Campus Unama
Quintino, às 19h, com a palestra “Jornalismo e Agenda Social:
políticas públicas em pauta”, que será ministrada por Guilherme Canela,
mestre em Ciência Política pela Universidade de São Paulo (USP) e
coordenador de Relações Acadêmicas da Andi. A entrada é franca.
O objetivo do curso é formar profissionais especializados em
Comunicação, Direitos Humanos e no acompanhamento de políticas públicas e
sociais. A proposta é que os agentes da mídia possam conhecer como as
políticas do Estado são construídas, como os recursos públicos
são investidos e o modo pelo qual devem ser monitorados.
Além disso, esses profissionais devem estar preparados para
analisarem a maneira pela qual as questões sociais e os Direitos Humanos
estão sendo tratados pela mídia brasileira, especialmente a paraense,
para, então, pensarem novas possibilidades de abordagem, inclusive, por
meio do uso da Internet como mais um espaço possível para o controle
social das ações públicas.
Podem se inscrever na especialização graduados nas áreas de
Ciências Sócias e de Ciências Humanas que queiram ampliar seus
conhecimentos específicos sobre o campo jornalístico e desenvolver habilidades
críticas para o acompanhamento de políticas públicas e sociais.
Os candidatos serão submetidos a processo seletivo realizado por
meio da análise do currículo e do histórico escolar, da carta de
intenção sobre a proposta do projeto de pesquisa a ser desenvolvido e de
entrevista. As inscrições estarão abertas de 11 de dezembro a 18 de
janeiro de 2008, mas os interessados já podem se pré-inscrever pelo
site www.unama.br/supos .
Mais informações pelo telefone (91) 4009-3344 ou pelo e-mail
posjor@unama.br
Serviço
Lançamento do Curso de Especialização em Jornalismo, Cidadania e
Políticas Públicas, com a palestra “Jornalismo e Agenda Social:
políticas públicas em pauta”.
Data: 10/12/2007.
Hora: 19h.
Local: Auditório do Campus Unama Quintino
Tv. Quintino Bocaiúva, 1808
66035-190 - Nazaré - Belém/PA
Fonte: O Estado de S. Paulo
A proporção de cursos de doutorado considerados de excelência chega a 18% do total dos oferecidos no País, e a 10% de todos os programas de pós-graduação, segundo avaliação divulgada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação nesta quarta-feira, 10. Dos programas avaliados, 91, ou 4%, correm o risco de descredenciamento.
Desses, dez deixarão de existir por terem sido desmembrados ou se fundido a outros. Os demais 81 não atingiram os padrões mínimos de qualidade, mas ainda podem recorrer.
Os cursos foram distribuídos em sete categorias, com notas de 1 (abaixo do mínimo exigido) a 7 (doutorado com nível de excelência, desempenho equivalente ao dos mais importantes centros internacionais). Dez por cento do total de programas avaliados encontra-se nos níveis 6 e 7 da avaliação. Um programa pode ser composto por mestrado, doutorado ou ambos. Levando-se em conta apenas os doutorados, a proporção é de 18%.
Para os programas que só oferecem mestrado, a nota máxima possível era 5. Vinte e um por cento deles enquadraram-se nesta categoria. Ao todo, 65% dos programas oferecidos tiveram nota 4 (bom desempenho) ou maior.
Na última avaliação, de 2004, o total de programas com conceito 6 e 7 era de 207. Neste ano, são 219, um avanço da ordem de 6%.
O ministro da Educação, Fernando Haddad, comemorou os números. “Não há sombra de dúvida sobre a excelência da pós-graduação brasileira. Neste sentido, não há paralelo para o Brasil na América Latina”, disse. O Brasil é o 15º colocado entre os países de maior produção científica no mundo.
“Nosso desafio é fazer com que a qualidade da pós-graduação brasileira chegue às salas de aula da educação básica, dos cursos de graduação e ao setor produtivo”, reconhece o ministro.
A avaliação trienal 2007 analisou o desempenho de qualidade relativo ao período 2004-2006. Foram avaliados 2.266 programas de pós-graduação, envolvendo 2.070 cursos de mestrado acadêmico, 1.182 de doutorado e 157 de mestrado profissional.
Esta é a 15ª avaliação realizada depois da implantação do Sistema de Avaliação da Pós-Graduação Nacional, em 1976. São avaliados pontos como a produção científica dos cursos, a formação de mestres e doutores e o impacto social dos programas oferecidos pelas instituições.
Os cursos com notas 1 e 2 são descredenciados pela Capes.
A partir desta quarta-feira, os cursos têm prazo de 30 dias para a apresentação de pedidos de reconsideração dos resultados. O julgamento dos recursos deve ocorrer até o fim do ano.

Por Renato Janine Ribeiro – Diretor de Avaliação da Capes
O mestrado profissional foi regulamentado pela Portaria 80/1998. Isso não quer dizer que ele não existisse antes. O espírito do Parecer Sucupira, que é o texto fundador da pós-graduação como hoje existe no Brasil, era o de incentivar a pesquisa. Por conseguinte, tinha um viés acadêmico.
Qual a diferença entre o mestrado acadêmico e o profissional? A Capes organizou em 2005, o seminário Para além da academia – a pós-graduação a serviço da sociedade, que chegou a várias definições, que estão publicadas na Revista Brasileira de Pós-Graduação, em sua maior parte. Vamos resumi-las.
Antes de mais nada, o mestrado profissional (MP) é um título terminal, que se distingue do acadêmico porque este último prepara um pesquisador, que deverá continuar sua carreira com o doutorado, enquanto no MP o que se pretende é imergir um pós-graduando na pesquisa, fazer que ele a conheça bem, mas não necessariamente que ele depois continue a pesquisar.
O que importa é que ele (1) conheça por experiência própria o que é pesquisar, (2) saiba onde localizar, no futuro, a pesquisa que interesse a sua profissão, (3) aprenda como incluir a pesquisa existente e a futura no seu trabalho profissional.
Nota-se que praticamente ninguém faz dois mestrados ou dois doutorados, ao passo que muitos cursam três, quatro especializações. Um dos sentidos da especialização é ser uma atualização de conhecimentos.
Prioridades
Em princípio, são dois os eixos de prioridades nos mestrados profissionais. O primeiro é o que agrega competitividade e produtividade a nossas empresas, públicas ou privadas. Inserem-se aqui muitos MPs oferecidos nas engenharias e na administração.
O segundo é o que melhora a gestão dos setores sociais do governo e, por que não, de ONGs e de outras organizações de espírito público, ainda que não estatais. Entende-se assim que se acrescenta qualidade, seja à produção de bens e serviços, seja ao esforço de nossa sociedade para reduzir a injustiça social e acabar com a miséria.
O que a Capes recomenda, no caso, é que em vez de ter um MP por mera seleção, as instituições públicas que o desejem estabelecer procurem criar um “pacote”:
1) um diagnóstico do problema que se pretende enfrentar (p. ex., a baixa produtividade num setor da indústria ou a ineficiência numa secretaria de saúde);
2) com base no diagnóstico, a oferta do curso, visando a resolver o problema mediante a mencionada imersão na pesquisa, procurando-se selecionar alunos que em seus trabalhos de conclusão busquem tratar dos vários aspectos do problema;
3) um curso paralelo de formação de técnicos que sirvam depois de transmissores e colaboradores para os mestres profissionais que o curso vai formar.
Talvez convenha sugerir que o MP não seja cursado imediatamente após a conclusão da graduação. O aluno se beneficiará mais dele se já tiver alguma maturidade adquirida pela vivência na profissão. Dialogará mais em função do que aprendeu no mercado ou no órgão estatal em que trabalha.
Cursos acadêmicos
Mestrado profissional, mestrado acadêmico e doutorado (que é sempre considerado acadêmico) são conhecidos como “níveis” ou “cursos” ou, ainda, “modalidades” (subentende-se: de curso), na linguagem da Capes. Os cursos acadêmicos visam a formar pesquisadores, sendo o mestrado a via usual para depois se passar ao doutorado.
Mas será que certos mestrados acadêmicos ou mesmo alguns doutorados não têm um viés profissional? Esse é um assunto em discussão.
Quando o aluno termina sua vida pós-graduada com o mestrado, mesmo acadêmico, e com isso consegue realizar-se melhor na sua profissão, é de se perguntar se esse mestrado não seria, na verdade, profissional. É um ponto que a Capes vai continuar a debater.
Fonte: Boletim Notícias da Capes, 30/8